Cibersegurança deve gerar mais empregos e investimentos até 2025

Cibersegurança deve gerar mais empregos e investimentos até 2025

A segurança cibernética se tornou um campo cada vez mais dinâmico e integrado a diversas soluções. A cada nova tecnologia inventada e aplicada, novos ataques começam, o que faz com que este segmento esteja em constante evolução, impulsionado por eventos que ninguém pode prever - e o time de profissionais, consequentemente, sai do cenário de coadjuvante para o contato direto com o Conselho da empresa.

O movimento é tão grande que as complexidades e dificuldades para atração e retenção de profissionais em cibersegurança farão com que 76% das empresas de médio e grande porte busquem serviços especializados. É o que indica levantamento da Bravo Research, braço de inteligência e pesquisas da Bravo, empresa pioneira em tecnologia e consultoria especializada na implementação e oferta de soluções de Governança, Riscos, Compliance e ESG.

Até 2025 haverá 3,5 milhões de empregos em segurança cibernética disponíveis globalmente, representando um acréscimo de 350% em um período de oito anos, conforme a Cybersecurity Ventures, pesquisadora que acompanha a economia cibernética global. “A cibersegurança vem se ajustando rapidamente para acompanhar a inventividade dos negócios e estes profissionais terão o aval de liderar um movimento dentro das empresas. Esses colaboradores, que antes eram mais independentes, terão um papel cada vez mais crítico e estarão cada vez mais próximos do alto escalão executivo. Portanto, as demandas de investimentos e por profissionais capacitados serão também cada vez mais comuns”, afirma Claudinei Elias, CEO e fundador da Bravo.

Na ponta dos negócios, os investimentos em cibersegurança devem crescer ainda mais em 2022 e 2023. Dados da Global Digital Trust Insights Survey 2022 mostram que 83% das empresas preveem um aumento de gastos nessa área ainda este ano e que para os próximos passos, 36% das organizações no país buscam ter um aumento também no orçamento para a área, entre 6% e 10%, enquanto outras 33% preveem uma alta de 15% ou mais.

Pequenas e médias ainda pecam em recursos econômicos

As pequenas e médias empresas ainda “sofrem” para estarem mais preparadas no quesito da cibersegurança. “Ainda há uma falta de conhecimento delas sobre a importância de alocar recursos econômicos e de ter o talento certo para fazer a diferença, por isso, estão mais propensas a sofrerem com ciberataques. A Kaspersky apontou que para 27,5% dos responsáveis por esses negócios no Brasil, essa tecnologia ainda não é prioridade no orçamento, enquanto 15% das PMEs não possuem sequer uma pessoa responsável pela TI”, analisa Suelen Silva, Head de Research da Bravo.

Para mudar este cenário, Elias diz que "é necessário que as exposições aos riscos cibernéticos sejam compreendidas em algum grau minimamente adequado por todos as esferas nas empresas por todas as esferas nas empresas, em particular seus colaboradores, os comitês, gestão sênior e conselho precisam estar informados e aptos a tomar decisões sobre estas exposições. Não existe mais a opção de não fazer nada a respeito. De fato, não fazer é colocar o futuro, a continuidade e a perpetuidade do negócio em risco".

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