por Carlênio Castelo Branco*

Foi a partir da década de 1990 que as Tecnologias da Informação se popularizaram e, ao longo desses pouco mais de 20 anos, percebemos a gigante evolução de ferramentas e processos desenvolvidos no auxílio à gestão das empresas. A consciência de que a informação é um dos maiores patrimônios das organizações - logo após as pessoas, é claro - está presente entre executivos e empreendedores. Ao mesmo tempo, surgem novas ferramentas para armazenamento e gerenciamento dessas informações. Em paralelo, a necessidade de entender e reconhecer mercados e clientes alia-se ainda mais com a urgência de integrar processos, otimizando o fluxo de informações e melhorando significativamente a tomada de decisão.ti development

Correr riscos e fragilizar a gestão do negócio não está na pauta das corporações, sejam elas grandes ou pequenas. Aliás, vemos um movimento entre as pequenas e médias empresas que insere a TI como peça fundamental em seus planejamentos estratégicos. Soluções em nuvem, mobilidade, ferramentas de business intelligence e big data fazem parte de qualquer diálogo, e a preocupação com a agilidade, a flexibilidade e a escalabilidade dos negócios traz à tona os serviços como coadjuvantes num cenário cada vez mais competitivo.

O crescimento da economia brasileira, novas políticas governamentais e instalação de multinacionais no País têm estimulado a evolução do mercado nacional de serviços de TI, o que o torna base para o desenvolvimento de muitas estratégias e objetivos de negócio.

Reinventando-se o tempo todo e buscando respostas rápidas, a TI já conta com as melhores práticas no gerenciamento dos serviços. As ofertas passam tanto pela gestão como pela infraestrutura fundamentais para os negócios corporativos. São tecnologias que ganham alto nível de especialização e se tornaram soluções completas para todos os tipos de clientes, que querem aproveitar ao máximo as tecnologias disponíveis, além de terem a tranquilidade de contar com equipes competentes para suporte e gerenciamento de projetos e processos. Cito ainda a terceirização de armazenamento de dados e a tecnologia para a operacionalização de treinamentos à distância, por exemplo, ganhando força.

Software não serve apenas para automatizar, ele agrega muito mais ao negócio e é responsável pelo atingimento dos resultados da empresa. O que o cliente quer mesmo é maximizar seu retorno sobre o software que comprou. Para isso, investe em serviços e ganha competitividade. Viemos de um histórico galopante em necessidades de soluções tecnológicas para gestão e já vivenciamos um cenário integrado, acessível e confiável. Enquanto contamos com a TI cada vez mais presente no cotidiano empresarial, temos mais tempo para desenvolver negócios ainda mais criativos e sustentáveis.

 

 

*Carlênio Castelo Branco é presidente da Senior