O poder transformador dos dados e da IA: como as empresas utilizam essas ferramentas no dia a dia

O poder transformador dos dados e da IA: como as empresas utilizam essas ferramentas no dia a dia

Organizações se unem à tecnologia para impulsionar diversas áreas, visando não apenas eficiência e personalização, mas também novos horizontes
 

A utilização de dados e inteligência artificial (IA) tornou-se um catalisador para o crescimento e a inovação. Empresas em todo o mundo estão adotando estratégias robustas para aproveitar ao máximo essas ferramentas, não apenas para otimizar operações, mas também para impulsionar a tomada de decisões e oferecer produtos e serviços mais personalizados.

Um dos benefícios destacados dos dados e do uso da inteligência artificial nas empresas consiste em auxiliar na visualização e criação de novas oportunidades de negócios. É imperativo que as empresas compreendam profundamente a importância de investir nesse campo para manter sua competitividade no mercado, defende Joel Backschat, CIO da multinacional brasileira FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação que potencializa o futuro dos negócios.

“As transformações tecnológicas não apenas resultam no surgimento de novos canais de vendas, mas também ampliam o horizonte de atuação dos gestores, prometem melhorias no desempenho, na resolução ágil de problemas e no acesso rápido a informações e insights baseados em dados. Ao entender como é possível usar novos recursos, as estratégias se adaptam e seguem caminhos antes inimagináveis”, explica o executivo.
 

De acordo com o Bard, plataforma de IA Generativa do Google, o mercado global de Inteligência Artificial tem projeção de crescimento de 190 bilhões de dólares em 2024. Além disso, um estudo recente conduzido pela IBM revelou que 41% das empresas no Brasil já implementaram ativamente a inteligência artificial em alguns setores – mesmo que sua aplicabilidade varie ao longo de toda a cadeia de negócios e geração de valor.
 

No campo da saúde, por exemplo, a análise preditiva de dados alimenta diagnósticos mais precisos e personalizados, aprimorando a eficácia dos tratamentos. No setor financeiro, algoritmos avançados impulsionam a segurança e otimizam as estratégias de investimento. Já no varejo, a personalização impulsionada por IA proporciona experiências de compra mais envolventes.
 

“Cada unidade de negócio da FCamara utiliza a inteligência artificial de um jeito. Essa versatilidade gera muito valor em uma companhia, colocando-a em papel de destaque e relevância dentro do mercado de tecnologia e inovação, capacitando as parceiras para lidarem com todo tipo de aplicabilidade da ferramenta”, continua Joel.
 

Joel Backschat defende que a personalização se tornou uma prioridade para muitas empresas. Ao empregar algoritmos de IA, as organizações podem criar experiências mais individualizadas para seus clientes. Desde recomendações de produtos até campanhas de marketing direcionadas, a capacidade de entender e antecipar as preferências tem se tornado uma vantagem competitiva determinante.
 

“A segurança da informação é outra área em que a IA se destaca. A detecção de padrões e comportamentos suspeitos em tempo real tornou-se fundamental para prevenir e responder a ameaças cibernéticas. As empresas estão investindo em soluções de segurança baseadas em IA para proteger seus ativos digitais e garantir a confiança de seus usuários”, pontua o executivo.
 

A automação de processos também está no centro das iniciativas de transformação digital. Empresas estão utilizando IA para automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor agregado, permitindo que funcionários se concentrem em atividades mais estratégicas e criativas. Isso não apenas aumenta a eficiência operacional, mas também contribui para a satisfação e engajamento dos colaboradores.
 

Para Joel, empresas que abraçam de forma estratégica essas capacidades emergentes estão moldando um novo padrão para a excelência operacional. “O uso inteligente da IA no cotidiano empresarial redefine a maneira como as organizações respondem aos desafios e oportunidades, construindo um futuro mais resiliente e adaptável”, conclui.

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