Investimentos em tecnologia seguem em alta no segmento e tem como foco a qualidade da experiência do consumidor no ambiente digital

O valor destinado a investimentos em tecnologia no setor bancário cresceu 13%, segundo a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2018, realizada pela Deloitte. Com a finalidade de proporcionar uma melhor experiência dos consumidores nos ambientes digitais, o estudo revelou que a maior parte dos R$ 6 bilhões investidos por ano foi direcionada para softwares de aprimoramento de soluções e serviços.

O resultado dessa transformação digital já vem sendo observado no Banco PAN, que registrou um aumento na originação própria de crédito consignado via canais digitais de 2,37% em junho de 2018 para 15,4% em dezembro do mesmo ano. Em financiamento de veículos, a expectativa é de que os investimentos em tecnologia permitam dobrar a produtividade da área comercial até junho de 2019 em relação a junho de 2018, já tendo avançado cerca de 40% nos últimos 6 meses. A recuperação de créditos em atraso via plataformas digitais deu um salto: foi de R$ 409 milhões em 2017 para R$ 575 milhões em 2018.

“A tecnologia, aliada à nossa expertise em crédito, permite escalabilidade e a captura de ganhos de eficiência nos diversos canais. A nossa expectativa é avançar ainda mais, alcançando em dezembro de 2019 uma originação 100% digital em crédito consignado nas nossas lojas próprias e em financiamento de veículos. Além disso, esperamos atingir 30% de originação digital através dos nossos parceiros em crédito consignado”, afirma Luiz Francisco Monteiro, CEO do Banco PAN.

Atualmente, o PAN tem uma carteira de crédito de R$ 20,6 bilhões, gerindo 4,3 milhões de clientes ativos e um fluxo de cerca de 80 mil novos clientes por mês. Para alcançar resultados tão significativos e estruturar a fundação de uma movimentação tão audaciosa, o Banco investiu em inovação e na simplificação de seus processos, avançando na estratégia de originação de crédito omnichannel, sem limitações físicas, através de plataformas digitais, nem uso de papel.

“Fizemos uma revolução silenciosa no PAN nos últimos anos: reestruturamos nossos serviços e processos internos, contratamos profissionais de destaque em suas áreas de atuação e investimos de forma relevante em tecnologia. Ao longo de 2019, ampliaremos ainda mais nosso portfólio, nos tornando um banco digital completo com conta corrente sem tarifa, cartão de crédito sem anuidade e diversos outros produtos de crédito e serviços para as classes C, D e E. Nosso propósito é mudar a visão do nosso público sobre o acesso ao crédito e aos serviços bancários, e o banco digital vem ao encontro desta necessidade”, afirma Luiz Francisco.

Pioneirismo em biometria facial

O banco será o primeiro a usar a biometria facial como assinatura do cliente, no momento da liberação de crédito. A inovação chega para trazer mais eficiência em toda transação e para que o cliente se sinta ainda mais seguro.

Além da biometria facial, o PAN investe em tecnologia na relação com seus parceiros nativos digitais. A partir do mês que vem, disponibilizará Open APIs que facilitarão a conexão do banco com tais empresas, permitindo ampliar a oferta de crédito com maior capilaridade, segurança e agilidade.

“Entendemos ter vantagens competitivas em relação a concorrentes diretos e novos entrantes, embasadas em 3 pilares: capital e funding – somos o 2º maior banco médio privado brasileiro em ativos totais -, vasta experiência em crédito para as classes C, D e E, aliada a modelos de Credit e Behavioral Scoring e uso de Machine Learning e ampla base e fluxo orgânico de novos clientes”, analisa Luiz Francisco.

Balanço de 2018

O Banco PAN registrou lucro antes de impostos de R$ 457 milhões em 2018, ante R$ 253 milhões no ano anterior, o melhor resultado já conquistado na história da instituição. Com isso, o retorno ajustado(*) sobre patrimônio líquido (não auditado) foi de 15,5% em 2018, frente aos 14,9% de 2017.

(*) O ajuste consiste na adequação de dois legados remanescentes: (i) o excesso de despesa financeira de CDB pré-fixados emitidos entre 2005 e 2008 (com vencimento médio em 2023), comparado ao que o PAN paga atualmente para o mesmo prazo no mercado e (ii) o excedente de crédito tributário de prejuízo fiscal, em relação ao mercado bancário, advindo das inconsistências contábeis encontradas em 2010.

O Banco PAN (BPAN4) é controlado conjuntamente pela Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR (subsidiária integral da Caixa Econômica Federal) e pelo Banco BTG Pactual S.A. através de acordo de acionistas válido até fevereiro de 2027. Possui patrimônio líquido de R$ 4,1 bilhões e atua com foco em pessoas físicas (classes C, D e E além de servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS), ofertando crédito consignado (empréstimo e cartão de crédito), financiamento de veículos usados, financiamento de motos novas, cartão de crédito e seguros. Está presente em todo o território nacional com 60 lojas próprias.