Iniciativas voltadas a ampliar a participação feminina em tecnologia estão ganhando escala e visibilidade em 2025/2026 e o Brasil também aparece nesse movimento. Um exemplo é a iniciativa “Mulher+Tech”, uma chamada pública apresentada pela ONU Mulheres Brasil em parceria com a Claro e com apoio da Anatel, com foco explícito em reduzir a lacuna de gênero em tecnologia por meio de ações de inclusão digital.
No cenário internacional, programas estruturados de comunidades e formação continuam reforçando a pauta. A Women Techmakers (Google) mantém uma rede global voltada a aumentar a diversidade de gênero em tecnologia, promovendo comunidade, visibilidade e oportunidades para mulheres no setor. Já a Girls Who Code segue ampliando seus programas de capacitação para jovens, reforçando a importância de criar caminhos concretos de entrada e permanência de meninas e mulheres na área.
O ponto comum entre essas iniciativas é claro: não se trata apenas de “inspirar”, mas de oferecer trilhas práticas formação, redes de apoio, oportunidades e presença em ambientes de decisão. Em um mercado que avança rapidamente com IA e automação, diversidade virou estratégia: empresas e instituições estão entendendo que ampliar a participação feminina é essencial para inovação, competitividade e sustentabilidade.
Se este tema despertou seu interesse e você deseja se aprofundar, participe do evento "FÓRUM MULHERES DE TI", (acesse aqui para saber mais detalhes) que será realizado no dia 05 de maio no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, e faz parte da DIGITAL TECH SHOW, a maior feira de tecnologias focadas em Intelligent Automation.