A aplicação de RPA, OCR, IA, e outras tecnologias disruptivas já estão transformando os processos dentro das médias e grandes corporações do varejo, que conseguem otimizar rotinas de trabalho e melhorar resultados.

De acordo com dados recentes divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice de uso de tecnologias digitais entre grandes empresas brasileiras aumentou de 63% para 73% nos últimos três anos. Segundo o levantamento, entre as empresas dispostas a investir na transformação digital, a intenção de 21% delas é direcionar capital para a coleta e processamento massivo de dados (big data), sendo que 56% das companhias ouvidas pretendem melhorar a gestão do negócio.

O baixo percentual de empresas que utilizam tecnologias digitais mais avançadas (como sistemas inteligentes de gestão, simulações e análises de modelos virtuais, entre outros) não surpreende. O avanço para essas aplicações significa uma transformação maior no modo de produção e modelo de negócio.

Já segundo uma pesquisa da Gartner, até 2022 o mercado de soluções de automação de processos robóticos (RPA) movimentará um total de US$ 2,4 bilhões e estima que, 85% das grandes organizações terão adotado alguma forma de automação.

Outro ponto que devemos ficar de olho, além do RPA para o mercado varejista, são os processos de OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres).

Uma tecnologia que permite basicamente a conversão de documentos diversos em arquivos em PDFs, imagens captadas por câmera digital, documentos escaneados, entre outros, em dados editáveis com letras, palavras ou frases, correspondentes ao conteúdo original capturado, que poderão facilitar, e muito, o processo de tomada de decisões para o mercado.

Entretanto, grande parte do segmento varejista não se dá conta que esse processo de automação de processos robóticos (RPA) também pode ser aplicado na área fiscal e tributária dos negócios, otimizando os processos burocráticos, fazendo redução de custos e até aumentando o faturamento.

Sobre a necessidade de mais automação no mercado, Erick Pomin, CEO do Grupo Solutta afirma:

“Adotar soluções tecnológicas para as áreas fiscais e contábeis é um passo que muitos varejistas se esquecem de aplicar em seus negócios, sendo que essa deveria ser uma das principais obrigações. Por isso, podemos dizer que hoje a robotização já deixou de ser uma tendência e passou a ser uma questão de necessidade e sobrevivência para qualquer negócio”.

Conheça os robôs que vão revolucionar o varejo:

O Grupo Solutta vem criando, há alguns anos, uma série de robôs - já são mais de 80! - capazes de realizar tarefas complexas e minuciosas nas áreas contábil, fiscal, tributária e jurídica. Até pouco tempo era impossível imaginar que um robô consultaria de forma proativa os sistemas do Fisco, organizando, apurando e analisando toda documentação eletrônica de médias e grandes empresas.

E como fazemos isso?

Nossa plataforma conta com um sistema robotizado com inteligência artificial que varre os órgãos fiscalizadores (Fisco) - sem intervenção humana! - e cruza automaticamente com os dados que deveriam ser declarados pela pessoa jurídica.

Além de fazer toda auditoria e gestão fiscal que antes ficava a cargo de dezenas de analistas, os robôs, que trabalham de forma escalável, conseguem, por exemplo, diminuir o prazo da transmissão de um arquivo SPED de 36 horas(!) - quando feito da maneira tradicional - para uma questão de minutos quando robotizado (e esse é apenas um dos exemplo da capacidade da nossa operação tecnológica!).

O foco dos nossos robôs é performance e escalabilidade. E nossa atuação já leva resultados a algumas das maiores marcas do país como Ambev, Centauro, Cacau Show, Caoa, Porto Seguro, Itaú Seguros, Coop, Magazine Luiza, entre outros.