Dados fragmentados travam produtividade e limitam avanço da IA nas empresas brasileiras

Dados fragmentados travam produtividade e limitam avanço da IA nas empresas brasileiras

Estudo global da NetApp com a IDC mostra que infraestrutura de dados ainda é o principal gargalo para escalar IA com segurança e retorno financeiro

 A inteligência artificial deixou de ser promessa para se tornar parte do dia a dia dos brasileiros, cada vez mais presente em interações digitais, no suporte a dúvidas, nas buscas por informações e na forma como consumimos serviços e conteúdo. Nas empresas, o interesse pela tecnologia também ganhou força nos últimos anos, com investimentos crescentes em projetos voltados à eficiência, inovação e vantagem competitiva. 

No entanto, à medida que essas iniciativas evoluem do piloto para a escala, um obstáculo estrutural se torna cada vez mais evidente, já que a fragmentação de dados entre ambientes locais e múltiplas nuvens limita a governança, amplia riscos e impede que muitas organizações transformem o potencial da IA em ganhos consistentes de produtividade e retorno financeiro. Sem integração e mobilidade segura, a infraestrutura deixa de impulsionar a inovação e passa a limitar o ritmo de crescimento das aplicações. 

Estudo global conduzido pela IDC e patrocinado pela NetApp®, empresa de infraestrutura de dados inteligente, reforça esse cenário. A pesquisa ouviu mais de 1.200 líderes globais de TI, dados e desenvolvimento em 2024 e 2025 e demonstra que a maturidade em IA está diretamente associada à preparação dos dados, à modernização do armazenamento e à incorporação de segurança desde a base. 

Embora o percentual de empresas que indicam necessidade de reformulação profunda no armazenamento tenha caído de 63% em 2024 para 37% em 2025, 84% das organizações ainda não consideram seu ambiente totalmente otimizado para cargas de IA. 

Empresas classificadas como Mestres em IA, com abordagens mais avançadas em infraestrutura, governança e segurança, registraram em média aumento de 24,1% na receita e redução de custos de 25,4% associados às iniciativas de inteligência artificial. Segurança também se destaca como fator crítico, já que 62% dessas organizações ampliaram investimentos em proteção de dados voltada à IA no último ano, contra 16% das menos maduras. 

No Brasil, vemos empresas avançando em casos de uso de IA, mas ainda com dados distribuídos e políticas desconectadas entre ambientes on premises e multicloud. Essa fragmentação aumenta custos operacionais, amplia riscos e limita a escala. A IA exige mobilidade segura, consistência e visibilidade unificada dos dados. Sem essa base, a infraestrutura restringe o potencial da tecnologia”, afirma Marcos Gaspar, District Manager da NetApp Brasil. 

O estudo mostra ainda que organizações menos maduras concentram esforços em aplicações pontuais de GenAI, enquanto empresas mais avançadas estruturam ambientes preparados para modelos mais complexos, incluindo IA agêntica, que exige integração profunda entre dados, automação e processos corporativos. 

Para Gaspar, o debate sobre IA precisa evoluir. “Parece ser um tema já do passado, mas a conversa não pode começar pelo algoritmo. Ela precisa começar pelos dados. Quando a empresa integra ambientes locais e multicloud sob uma estratégia unificada, com governança consistente e segurança incorporada desde a origem, cria as condições reais para escalar IA com previsibilidade e retorno.” 

Segundo o executivo, quando a infraestrutura de dados está estruturada, a IA passa a impactar indicadores estratégicos do negócio, como eficiência operacional, redução de custos, velocidade na análise de grandes volumes de informação, personalização de serviços e suporte a decisões críticas baseadas em dados confiáveis. 

Em um ambiente de pressão por retorno financeiro e resiliência cibernética, a vantagem competitiva não está apenas na sofisticação do modelo adotado, mas na infraestrutura de dados que sustenta toda a estratégia de inteligência artificial. Organizações que tratam dados como ativo central e investem em uma base inteligente tendem a liderar a próxima fase da transformação digital. 

Há mais de três décadas, a NetApp tem ajudado as principais organizações do mundo a navegar pelas mudanças — desde o surgimento do armazenamento corporativo até a era inteligente, definida por dados e inteligência artificial (IA).

Hoje, a NetApp é a empresa de Infraestrutura Inteligente de Dados, ajudando os clientes a transformar dados em catalisadores de inovação, resiliência e crescimento.

No centro dessa infraestrutura está a plataforma de dados da NetApp — a base unificada, corporativa e inteligente que conecta, protege e ativa dados em todas as nuvens, cargas de trabalho e ambientes.
Baseada no comprovado poder do NetApp ONTAP, o principal software e sistema operacional de gerenciamento de dados da empresa, e aprimorada por automação através do AI Data Engine e do AFX, ela oferece observabilidade, resiliência e inteligência em escala.

Projetada de forma desagregada, a plataforma de dados da NetApp separa armazenamento, serviços e controle, permitindo que as empresas modernizem mais rapidamente, escalem de forma eficiente e inovem sem dependência de fornecedores.
Como a única plataforma de armazenamento corporativo integrada nativamente nas maiores nuvens públicas do mundo, ela oferece às organizações a liberdade de executar qualquer carga de trabalho em qualquer lugar, com desempenho, governança e proteção consistentes.

Com a NetApp, os dados estão sempre prontos — para se defender contra ameaças, impulsionar a IA e gerar a próxima grande inovação.
É por isso que as empresas mais visionárias do mundo confiam na NetApp para transformar inteligência em vantagem competitiva.

Imagem: https://br.freepik.com/fotos-gratis/fundo-de-particulas-fractais-abstratas_27040159.htm

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