1º RPA CONGRESS RIO DE JANEIRO atrai 150 profissionais líderes interessados nos impactos da robotização nas empresas brasileiras

Encontro foi recheado de conteúdo e relacionamento. Downloads das apresentações estão disponíveis no Portal

Agilidade, produtividade, otimização de indicadores de performance e ampliação da competitividade com redução de custos (sem perder a qualidade no serviço prestado) sempre foram palavras de ordem na agenda de companhias que almejam o sucesso.

A novidade é que este cenário ganhou um panorama ainda mais promissor com a Automação Robótica de Processos (ou RPA – Robotic Process Automation). Segundo uma pesquisa divulgada pela Deloitte em março de 2017, 63% dos entrevistados confirmaram a intenção de utilizar RPA até 2022 e 45% deles disseram que a RPA proporciona até 20% de redução de custos processuais para as empresas usuárias, principalmente pela capacidade de executar tarefas com alto volume de dados.

Em resumo, significa que as empresas (independentemente do setor de atuação) estão enxergando as vantagens de deixar de lado o modelo mecânico e manual de gestão para investir em um processo tecnológico, com inteligência embarcada. E é exatamente neste ponto em que surgem as maiores dúvidas: definição, qual tipo de empresa necessita da robotização, relação com a mão de obra humana, como implementar, quais os riscos, vantagens além, é claro, de conhecer os cases de sucesso de quem já está colhendo os frutos dessa nova maneira de processar e gerenciar informações.

Interessados nessas respostas e na oportunidade de trocar experiências sobre o tema, cerca de 150 profissionais de empresas de médio e grande porte de vários segmentos (bancos, seguradoras, TI, indústrias, serviços, utilities, varejo, alimentos e bebidas, farmacêutico, laboratórios, educacional, Governo, entre outros) lotaram o auditório do Hotel Prodigy Santos Dumont para o 1º RPA CONGRESS RIO DE JANEIRO, no dia 23 de Março.

O evento, uma iniciativa do Instituto Information Management em parceria com a ABEINFO (Associação Brasileira de Empresas Usuárias e Fornecedoras de Tecnologia para Gerenciamento de Informação), reuniu algumas das mais importantes consultorias do mercado (Deloitte, EY, IBM Brasil e TOTVS Consulting), além de um time de peso de patrocinadores: Grupo WDG, EY, Sicolos Tecnologia, Software AG e TOTVS Consulting.

Confira a seguir algumas das principais ideias discutidas no evento, que também teve o Painel “Pergunte aos Especialistas” – dedicado a sanar dúvidas a respeito da robotização, inteligência artificial e afins:

►  Como a RPA pode gerar valor: ela pode ser facilmente implantada e gerenciada a partir de um controlador central para interagir com uma ampla variedade de aplicativos de negócios;

► Arquitetos de negócios especificam as instruções detalhadas para os robôs executarem e “publicá-los” no repositório do controlador do robô;

► A Sala de Controle é usada para atribuir tarefas a robôs e monitorar suas atividades;

► Cada robô está localizado em um ambiente organizacional – que pode ser virtualizado ou físico (ou seja, computador desktop) – onde interage diretamente com aplicativos comerciais;

► Os robôs são capazes de interagir com uma ampla gama de Aplicativos;

Você pode automatizar, por exemplo: processos repetitivos com alto volume ou processos de longa execução; aqueles que tratam de atendimento do cliente via texto; processos-fim executados por atendentes, uma vez triados por URA; geração de relatórios, processos maduros e middleware (integração entre sistemas);

► Mas você NÃO deve automatizar: processos com baixo volume e/ou alta volatilidade; processos complexos de baixa maturidade nem champion challenge de projetos;

RPA é uma implementação estratégica de negócios. É importante criar uma visão geral das ondas de implementação a médio prazo desde o início;

O modelo de governança e operação do parque robótico deve estar pronto antes da entrada em operação do piloto;

► A preparação para o processo de robotização gera oportunidades de melhoria por meio da revisão de processos;

► O desenho do processo robotizado deve levar em consideração as necessidades de controles internos e auditoria;

► Um robô de primeira geração precisa tratar de todas as variantes de um processo. É importante mapeá-las antes e durante a programação, com aceitação formal por parte da área;

► Técnicas de engenharia de software e componentização devem ser usadas desde o primeiro robô para facilitar a criação de bibliotecas de funções, que serão compartilhadas pelos robôs futuros;

► É fundamental um período razoável de operação assistida, uma vez que robôs podem lidar com altos valores monetários;

► Estudo de caso apresentado. Com mais de 1.000 lojas e 22.000 empregados, a maior rede de farmácias do Brasil possui um centro de finanças que processa faturas, mas mesmo com processos automatizados pelo BPM, ainda eram lentos e propensos a erros devido ao fator humano. Decidiu-se criar um back-office digital com mão-de-obra digital (robôs como mão-de-obra digital) para realizar tarefas repetitivas dispendiosas e demoradas, realizadas anteriormente por seres humanos. Com um plano para ganhar agilidade, reduzindo o custo do trabalho humano em 90% (pessoas), foi possível dirigir as pessoas para assuntos estratégicos e tarefas mais valiosas, ajudando a empresa a se tornar ágil e eficiente em termos de custos. O cliente da IBM tomou a decisão com base em este forte caso comercial mais 3 diferenciadores fortes:

- Smarter Record – A capacidade de gravação do comportamento do usuário empresarial ajudou a criar robôs rapidamente;

- Governança do robô (sala de controle) – Confie que os robôs possam escalar mais rápido, mas com uma gestão adequada;

- Integração de RPA e BPM – Reduzir o trabalho humano em processos automatizados.

O resultado foi um payback em três meses e 187% de Retorno sobre o Investimento.

 

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VEM AÍ O 2º RPA CONGRESS SÃO PAULO

Ficou interessado em participar? Já estão abertas as inscrições para a segunda edição do RPA Congress São Paulo, marcado para 8 e 9 de Maio.

Devido à importância do tema e grande sucesso das edições anteriores, os organizadores ampliaram a programação para 2 dias. Além disso, o evento será realizado em novo local, com infraestrutura ainda mais condizente com os propósitos e público do evento: o Centro de Convenções Rooftop 5, na Av. Faria Lima 201, em Pinheiros, zona oeste da capital paulista.

 

SERVIÇO

 

2º RPA CONGRESS SÃO PAULO

Data: dias 08 e 09 de maio de 2018

Horário: das 8h às 18h

Local: Centro de Convenções ROOFTOP 5 – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201 - Pinheiros – São Paulo/SP.

Inscrições: https://rpacongress.com.br/2018/sp/ ou ligue: (11) 3392-4111.