EIM – Consumerização – BYOD

*Por Wilton Tamane

O mundo da tecnologia digital praticamente eliminou todas as fronteiras e barreiras, estabelecendo um novo ambiente onde as pessoas se relacionam e trabalham de forma muito mais rápida e eficiente.

E o ponto mais importante é o que exatamente estamos buscando de um dispositivo móvel do ponto de vista pessoal. Enviar e receber e-mails? Tuitar? Acessar blogs e sites na web? Procurar por diversão, entretenimento, shows? Buscar a melhor rota no trânsito?

A resposta mais óbvia seria, sim, tudo isso e muito mais! Mas o que fazer com todas as informações a que temos acesso, informações que geramos e compartilhamos a cada minuto? São informações voláteis? São conteúdos que iremos buscar num futuro breve ou distante? Será que vamos querer saber onde estávamos hoje daqui a vinte anos? Faz sentido preservar todo este conteúdo? Faz sentido organizar e identificar todas estas informações? E onde armazenar? No dispositivo móvel? Na nuvem?

Responder a essas perguntas significa agregar um valor muitas vezes imensurável a estas tecnologias. Estamos falando de como fazer uma boa gestão de todas as informações que estamos captando, acessando, produzindo e principalmente fazendo uso em nossas atividades diárias. Este é o tipo do cenário onde o melhor da tecnologia trabalha com a melhor da gestão de informações para agregar muito valor nas nossas atividades cotidianas.

Precisamos e queremos muito ter, produzir e compartilhar informações, mas temos que também gerenciar estas informações para que possamos usar e reusar estas informações no tempo certo, nem antes nem depois. No momento certo! Seria o “just in time da informação”.

Pensando neste cenário, vários serviços estão disponíveis como Google Docs, Google Drive, DropBox, Windows Skydrive entre outros para armazenar e editar conteúdos. Para facilitar a busca de conteúdos, temos aplicações mais antigas como Google Desktop e mais recentemente Amazon Search e WolfranAlpha com Siri.

E se entendermos consumerização como o uso de dispositivos pessoais em ambientes corporativos, vamos notar que este conceito não tem nada de novo.

A geração “baby boomer” lembra bem de uma época em que uma caneta e um bloco de anotações em pastas 007 eram a “tecnologia” disponível para registrarmos informações. De outro lado, temos a questão do uso de dispositivos corporativos, para fins pessoais.

Portanto, estamos lidando com a questão de dispositivos de uso pessoal em ambiente corporativo e vice-versa há muito tempo e como sempre o desafio é aproveitar este conceito de forma eficaz, pois é praticamente impossível estabelecer estas fronteiras, sendo o mais importante criarmos as condições que estimulem a colaboração e compartilhamento de informações, e logicamente documentando e gerenciando todo este acervo de conteúdos.

E com isso chegar a um cenário onde usamos dispositivos móveis para acessar e criar informações, quer sejam pessoais ou corporativas, que devidamente organizados e armazenados farão toda a diferença no uso e reuso destas informações no nosso dia a dia pessoal e corporativo!

 

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