Inteligência Artificial transforma a gestão de ativos e acelera adoção de modelos preditivos no controle de tecnologia

Inteligência Artificial transforma a gestão de ativos e acelera adoção de modelos preditivos no controle de tecnologia

Plataformas de gestão do ciclo de vida, como o tesma, da CHG-MERIDIAN, integram dados operacionais e análises automatizadas para apoiar decisões contínuas sobre uso e substituição de equipamentos

A gestão de ativos tecnológicos nas empresas passa por uma transformação com o avanço da inteligência artificial e modelos de análise preditiva. O processo, antes baseado em inventário e ciclos fixos de renovação, passa a incorporar dados contínuos de uso e desempenho dos equipamentos, o que altera a forma como decisões sobre manutenção, substituição e alocação são tomadas.

A mudança também redefine o papel da gestão de tecnologia, que deixa de operar como função apenas operacional e passa a ter influência direta sobre a eficiência do parque tecnológico. A leitura de padrões de uso e a capacidade de antecipar comportamentos dos dispositivos tornam o processo mais dinâmico e menos dependente de regras estáticas de substituição.
Neste contexto, plataformas de gestão do ciclo de vida da tecnologia passam a ter uma função mais estratégica dentro das empresas, ao apoiar decisões que vão além do controle de inventário. Na CHG-MERIDIAN, multinacional de gestão de tecnologia e leasing operacional, esse modelo é estruturado pela plataforma tesma, que integra informações comerciais, técnicas e operacionais em uma base única de gestão de ativos ao longo de todo o ciclo de vida da tecnologia.

A plataforma acompanha os equipamentos desde a aquisição até o fim de uso, com atualização contínua de dados e rastreamento da infraestrutura de TI em tempo real. O tesma centraliza funções como gestão de contratos, faturamento, relatórios, solicitação de novos equipamentos e rastreamento de ativos, além de permitir a leitura de números de série e a atualização automática de status, reduzindo etapas manuais e ampliando a precisão das informações.

A partir dessa base integrada, a inteligência artificial amplia a capacidade de leitura e interpretação dos dados operacionais, permitindo identificar padrões de uso, antecipar ciclos de substituição e qualificar decisões ao longo do ciclo de vida dos ativos tecnológicos, com impacto direto na eficiência e na governança da infraestrutura de TI. “Esse movimento reflete uma mudança mais ampla na forma como a tecnologia é gerida dentro das empresas, já que o uso de dados operacionais em escala passa a permitir decisões mais estratégicas, com maior previsibilidade, eficiência e aderência ao uso real dos ativos ao longo do ciclo de vida”, afirma Gabriela Monastero, vice-presidente de vendas da CHG-MERIDIAN. 

A consolidação desse modelo indica uma transição na gestão de ativos tecnológicos, que passa a ser cada vez mais orientada por dados e por sistemas capazes de integrar análise, operação e tomada de decisão em uma mesma estrutura.

Imagem: https://pt.vecteezy.com/foto/3146391-grafico-e-grafico-de-negocios

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