Estudo revela que 56% das empresas analisadas sofreram algum tipo de perda de dados relacionada à impressão no último ano
A segurança da informação deixou de ser uma preocupação restrita a computadores e servidores. Com ataques cibernéticos cada vez mais sofisticados, as impressoras passaram a ser cada vez mais reconhecidas como endpoints críticos dentro das redes corporativas e ampliou-se a necessidade de monitoramento, controle e proteção recorrente desses dispositivos.
Segundo o relatório Print Security Landscape 2025, da consultoria Quocirca, 56% das empresas analisadas sofreram algum tipo de perda de dados relacionada à impressão no último ano, enquanto 83% afirmam que devem ampliar os investimentos em proteção de dados. O dado reforça uma mudança importante na agenda corporativa: dispositivos antes vistos como periféricos precisam ser incorporados às políticas de segurança, monitoramento e governança. O estudo também aponta que ambientes de impressão com múltiplos fabricantes tendem a elevar a complexidade operacional e os riscos de segurança, especialmente pela dificuldade de manter políticas, atualizações e monitoramento padronizados em toda a infraestrutura.
Uma multifuncional moderna, por exemplo, pode ser tanto uma porta de entrada quanto um ponto de vazamento de dados. Nesse cenário, a Simpress, empresa pioneira e líder no país em outsourcing de equipamentos de TI, reforça a segurança como um dos principais diferenciais de seu pilar de impressão. Subsidiária do Grupo HP, referência global em proteção embarcada em dispositivos como impressoras e notebooks, a companhia combina tecnologia, gestão ativa, monitoramento remoto e suporte especializado para integrar a proteção do parque de impressão à estratégia de TI dos clientes.
“As impressoras fazem cada vez mais parte da superfície de segurança digital das empresas. No entanto, a grande maioria não desconfia dos riscos que esses dispositivos podem gerar, mas como estão conectadas à rede, precisam receber o mesmo nível de atenção dedicado a outros ativos de TI. Na Simpress, combinamos a tecnologia da HP com gestão ativa, monitoramento contínuo e operação em escala nacional para que essa proteção funcione diariamente na prática”, afirma Georgia Rivellino, diretora de Marketing e Produtos da Simpress.
O tema também ganhou espaço nas avaliações do setor. No IDC MarketScape 2025-2026, a segurança da impressão aparece como componente relevante das estratégias de Zero Trust, modelo que exige validação contínua de acessos, usuários e dispositivos em ambientes híbridos. O estudo destaca fornecedores capazes de combinar hardware seguro, softwares especializados e serviços gerenciados.
Nesse contexto, a padronização do parque de impressão passou a ser vista também como um mecanismo importante de proteção. Ambientes fragmentados, com diferentes fabricantes, podem dificultar a aplicação uniforme de políticas de segurança e ampliar brechas operacionais. Já um parque padronizado e gerenciado de forma centralizada permite respostas mais rápidas diante de vulnerabilidades ou comportamentos suspeitos.
“A segurança depende muito das soluções apresentadas nos dispositivos, mas não apenas a isto. Ela também depende da capacidade do provedor de gerir todo o ambiente de forma integrada e contínua. Quanto maior a fragmentação do parque, maior tende a ser a complexidade para garantir compliance e monitoramento em tempo real”, afirma a executiva.
Apoiada pela tecnologia da HP, fabricante reconhecida por desenvolver as impressoras mais seguras do mundo, a Simpress oferece gestão ativa do parque de impressão, padronização de equipamentos e operação em escala nacional. A companhia possui mais de 300 mil ativos gerenciados e atua na venda, locação e gestão de PCs, notebooks, tablets, smartphones, coletores de dados e impressoras.
Para reduzir riscos nos ambientes de impressão, a recomendação é tratar esses dispositivos como parte da infraestrutura crítica de TI, com políticas claras de acesso e monitoramento. O objetivo é evitar que impressoras sem visibilidade adequada se tornem pontos de entrada para ataques, movimentação lateral na rede ou vazamento de informações sensíveis.
Entre as práticas recomendadas para aumentar a proteção dos ambientes de impressão estão:
- Controlar acessos e permissões de uso
Definir políticas de acesso por usuário, equipe ou área ajuda a reduzir riscos de uso indevido dos equipamentos e exposição de informações sensíveis. Também é importante revisar permissões periodicamente.
- Monitorar atividades e restringir usos fora do padrão
Ferramentas de controle e monitoramento permitem acompanhar o uso das impressoras, identificar comportamentos suspeitos e restringir ações incompatíveis com as políticas da empresa.
- Integrar a impressão à estratégia de segurança da TI
O outsourcing de impressão pode ampliar a segurança operacional ao combinar suporte técnico, gestão remota e recursos como autenticação por crachá ou biometria, registro de atividades e relatórios detalhados de uso.
Ainda segundo Georgia, o avanço da segurança em impressão depende da combinação entre tecnologia, processos e gestão contínua. “Não basta instalar equipamentos mais modernos se a empresa não tem visibilidade sobre quem acessa, como esses dispositivos são usados e se estão atualizados. A proteção precisa fazer parte da rotina operacional”, afirma.