O mundo dos negócios e das tecnologias vive de criar e substituir termos. Alguns são realmente divisores de águas que mudam os rumos das coisas como estavam, outros são modernizações para que fiquem mais palatáveis aos consumidores atuais. Quando o mercado dizia que as empresas precisavam de computadores nas mesas, não havia como negar que isso era realmente uma urgência. Muitas companhias não sobreviveriam com um mainframe isolado e conhecido apenas por uns poucos operadores técnicos. Por outro lado, o que houve com a tal web 2.0, ninguém fala mais nisso. Tudo virou redes sociais ou social business.

E quanto ao knowledge management. Ele está em que lado dessa gangorra da tecnologia. Ele morreu? A pergunta não é nova, mas a cena atual é muito bem analisada no blog especializado Global Knowledge Management.

Gurus do KM, como Tom Davenport, falam mais sobre big data e analytics hoje em dia do que knowledge management. O autor ainda discorre sobre a falta de modernização em alguns discursos e projetos, que parecem não ter saído do estado que estavam há 20 anos. "Se você me perguntar se eu acredito ou não que o KM está morrendo, não, eu acho que não ", escreve o autor.

- A importância da gestão de documentos e informações será um dos destaques no ECMSHOW 2015, que, em sua sexta edição, traz um formato novo, com 3 eventos presenciais (em 01 e 02 de setembro) e mais 10 congressos virtuais durante todo o ano. Acesse o site do ECMSHOW para ver mais sobre o evento presencial e a agenda dos eventos virtuais. -

Há ainda a possibilidade de o KM ser um ponto de uma evolução. Primeiro as empresas precisam cuidar da gestão de informações e, após isso, preocuparem-se com o tal do conhecimento. Veja o texto completo clicando aqui.