No mercado mundial de smartphones, o Brasil encerrou 2014 com o quinto maior volume de vendas, registrando 38,8 milhões de unidades ativas, de acordo com eMarketer, empresa especializada em pesquisas envolvendo o mercado digital. A China, que lidera o ranking, mantém 436,1 milhões de unidades, seguido de longe pelos EUA (com 143,9 milhões), Índia (76 milhões), Japão (40,5 milhões) e Rússia (35,8 milhões). A pesquisa também aponta 2 bilhões de usuários de smartphones em 2016.

Outro estudo, desenvolvido pela CA Technologies, com 1,450 empresas líderes em seus respectivos setores, em 13 países, entre eles Brasil, indica que as organizações que estão inseridas na Economia dos Aplicativos, por meio do desenvolvimento de novas estratégias baseadas em conceitos modernos de TI, como o DevOps (desenvolvimento de TI orientado à operação de negócios), gerenciamento de nuvem e mobilidade, por exemplo, estão obtendo resultados significativamente melhores de negócio que as companhias que ainda não se adaptaram a este novo paradigma de mercado, ao criar ou terceirizar a criação de aplicativos móveis.

Neste estudo, a CA mostra que, no mundo, 50% das empresas entrevistadas afirmaram que já percebem o impacto da Economia dos Aplicativos em suas respectivas indústrias. Como resultado desse panorama, 25% destas organizações também disseram que estão aumentando os seus investimentos para se adaptarem à nova realidade. No Brasil, 37% das companhias entrevistadas disseram que sentem de forma significativa os efeitos da Economia dos Aplicativos, entre elas, 28% responderam que estão aumentando os investimentos para se adaptarem ao novo contexto.

Outra pesquisa, mais recente, realizada pela revista Meio & Mensagem mostra que os dados de mobilidade superam expectativas e o setor se torna um dos mais rentáveis. A pesquisa mostra também que 84% dos consumidores usam até 10 apps diariamente, sendo social medias os mais usados